Pode parar, Pedro Paulo!
Você vive vagando, venerando vida vulgar.
Favela, futebol, festas, fêmeas...
- Morro? Manipulo. Meu!
Queimou quem quis questionar-te.
Matou mulheres, meninos; machucou, magoou, metralhou. Malvado!
Povo perdeu paciência: pedra, pau, pancada.
Clamou compaixão. Deus desdenhou.
Pedro Paulo, podre, perverso, partiu.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário